sábado, 31 de maio de 2008

Será?

Maldição de ser jornalista

Conta a lenda que, quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre como ser jornalista , determinou que aquele "saber" iria ficar restrito a um grupo muito pequeno e selecionado. Mas neste pequeno grupo, onde todos se achavam "Semi-Deuses", já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Então aconteceu o pior !!!!

Deus, bravo com a traição resolveu fazer valer alguns mandamentos:

1º Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.

2º Não verás teu filho crescer.

3º Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.

4º Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera.

5º A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o China in Box.

6º Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.

7º Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho.

8º Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.

9º Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.

10º A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito.

11º Terás sonhos, com clientes, e não raro, resolveras problemas de trabalho neste período de sono.

12º Exibirás olheiras como troféus de guerra.

13º E, o pior... Inexplicavelmente gostarás de tudo isso....... (essa é a maldição maior hehehe)

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OK...eu aceito tudo isso

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Erros do passado e a burrice do presente

O caso da Escola Base

No mês de março de 1994, surgiu na imprensa uma notícia que chocou o país: a Escola de Educação Infantil Base, a Escola Base, localizada no bairro da Aclimação, em São Paulo, seria responsável por abusos sexuais em alunos de idade tenra. No total, seis pessoas foram acusadas dos crimes, entre elas proprietários, transportadores das crianças e colaboradores da escola.

A denúncia partiu de duas mães de alunos. Tornou-se manchete vulgar de jornais impressos e telejornais. O clamor público culminou com a invasão do prédio da escola — que era alugado — e a sua total destruição. Sobrevieram o massacre público e jornalístico[1] dos acusados e a destruição completa de suas vidas pessoais e profissionais.

Instaurado o inquérito policial, identificou-se uma suposta mansão onde os ditos abusos aconteciam. Seu proprietário teve a vida devassada e desmoralizada publicamente. A polícia “confirmou” à imprensa a existência dos crimes. Por fim, o laudo das supostas lesões do Instituto Médico Legal, primeiramente dúbio, e em seguida reticente, não pôde se contrapor às possíveis assaduras crônicas apresentadas por uma das crianças, num dos meses de dezembro mais quentes da história da cidade de São Paulo. O inquérito policial, vazio, e diante de um fato que não existiu, foi arquivado, concluindo pela inocência dos acusados.

Evidentemente que os acusados foram à Justiça em busca de reparação por dano material e moral. Conseguiram indenizações ante aos veículos de imprensa e ante ao delegado de Polícia que conduziu o caso, e ainda junto à Fazenda do Estado de São Paulo, que inclusive chegou a ser multada por litigância de má-fé no Supremo Tribunal Federal em face da interposição sistemática de recursos.

Foi o maior caso de erro, leviandade, falta de ética ou coisa parecida que já aconteceu na imprensa brasileira na falsa acusação de pessoas inocentes.

Fonte: www.conjur.com.br

Caso Isabela Nardoni

Acredito que todos saibam o que significa o nome “Isabela Nardoni”, para alguns mais um caso de policia, para outros uma novela que desde seu inicio é explorada pela mídia, não estou aqui para dizer quem é o assassino da criança, não tenho esse poder de julgamento, mas acho que alguns “amigos” da imprensa além de jornalistas, são policiais, peritos, juízes, videntes, a figura de Deus na terra e também burros.
O texto acima conta um caso muito conhecido pelos jornalistas, caso Escola Base. Em meus quatro anos no curso de jornalismo ouvi (e ouço) muito sobre isso, e de como o jornalismo ficou manchado pela vergonha de ter sido responsável pela destruição das vidas envolvidas. Mas acho que nem todos se lembram do ocorrido, pois tudo se repete, então eu lembro de um ditado popular, “errar uma vez é humano, duas vezes já é burrice”.
Desde o começo transformaram tudo em um grande picadeiro de circo, onde o palhaço é a população. Até já mandaram o pai e madrasta para o “globo da morte”.
Nós da imprensa temos que ser cautelosos com o material passado para a massa. O resultado da falta de sensibilidade com o caso é crucificação dos POSSÍVEIS assassinos.
E se eles não mataram Isabela? E se pelo menos um deles for inocente? Ou mesmo se os dois sejam culpados, quem decide isso é a justiça e não os “pseudo juízes” da imprensa.
Perante tanta falta de ética jornalística e sobra de egocentrismo jornalístico deixo aqui minha repulsa a todos “amigos” de profissão que teimam em aparecer mais que a notícia.
Que nós da nova geração do jornalismo brasileiro possamos trazer a honra da nossa profissão de volta.

domingo, 30 de março de 2008

"Pseudagem total"

O dia em que a demagogia deixar de ser normal viveremos em um mundo aceitável, enquanto isso não mudar estaremos sempre compartilhando a hipocrisia humana.
Vamos todos nos anestesiar com o futebol, pois assim teremos uma alegria ilusória em um país onde quem tem o poder brinca com a vida das pessoas.
Sim, falaremos da forma mais errada possível pois ninguém se importa com a educação da população.
Fecharemos os olhos para tudo o que está errado na vida,pois temos medo das dificuldades, é muito mais fácil se afogar em uma mesa de bar.
Chamaremos nossas mulheres de cachorras e assim teremos todos uma vida alegre ao som do FUNK carioca como marcha nupcial, e assim nossos filhos serão padrinhos do casamento dos próprios pais.
E quando o Brasil for campeão da copa do mundo o patriotismo estará estampado em todas as faces, mas tudo acabará quando voltarmos para casa e descobrirmos que não temos comida em nossa mesa.
QUE DEUS NOS AJUDE.



Se você acredita que pode, pode,
se acredita que não, tem razão

sábado, 29 de março de 2008

Um brinde

Vamos brindar mais um inicio.

Está aberto mais um espaço de reflexão.


Idéias Jogadas...ao vento,no lixo, no limbo ou em cabeças ocas que procuram alguma coisa para fazer de suas humildes e monótonas vidas.

Respeitável publico se me permitirem colocarei humildes, porém embasadas reflexões do nosso cotidiano e por que não ressucitar assuntos nostálgicos que passamos refletir.

Então não saiam daí, pois o idéias jogadas começa agora.


NÃO ESTRAGUE SUA VIDA COM BESTEIRAS E COM QUEM Ñ SE IMPORTA CONTIGO